A pedidos, aqui está uma resenha pouco crítica sobre o filme Jessabelle:
Jessie (Sarah Snook) sobrevive a um acidente automobilístico e é obrigada a voltar para as casa em St. Francis, Lousiana, morar com seu pai que não via há tempos. Ao encontrar umas fitas VHS onde sua falecida mãe revela coisas a respeito do seu passado,
o clima fica tenso com seu pai e ainda passa a ser atormentada por uma presença maligna na casa. Incapacitada de andar, agora tem de se virar com sua cadeira de rodas em busca pela verdade.
O filme não mostra nada realmente novo para o espectador, ficando no "mais do mesmo" investigativo. Há outros pontos negativos como a inexpressiva trilha sonora que poderia ter mais relevância e a repentina "câmera na mão com Parkinson" estilo Michael Bay que surge nos momentos de ataque "físico" da alma penada. Escolha infeliz e desnecessária, que foge de toda condução lenta e sóbria do longa.Com o desenrolar da trama, algumas pequenas revelações vão dando peso ao roteiro e felizmente caminha para um desfecho satisfatório que, mesmo não sendo uma resolução tão original assim para os fãs do estilo, atende as expectativas dentro do contexto até ali construído.
Dirigido por Kevin Greutert, Jessabelle até que rende bons momentos como quando a moça, já pronta para dormir, percebe que não está só e a tal entidade tenta tocá-la através do mosquiteiro. Os sustos estão presentes, claro, mas de uma forma um pouco mais contida. A produção não apela tanto para efeitos sonoros ensurdecedores como é comum. Os efeitos não são lá de encherem os olhos, mas servem bem às cenas.
Por ter sido dos mesmos produtores de "Insidious" e "The Purgue" que são, na minha opinião, ÓTIMOS filmes de Terror/Suspense o filme Jessabelle deixou a desejar. Logo que saiu só pelo nome eu já fiz uma cara de "Nossa, não!" mas da mesma forma eu acabei assistindo só para confirmar o que já esperava. Para quem gosta de trash clichê com uns sustos esse filme é uma boa escolha!


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